Na historia do Rock and Roll muitos musicos morreram de forma inusitada ou suas mortes marcaram e se confundiram com a da banda, temos casos como Jim Morison e o The Doors, Fred Mercury e o Queen, sid Vicius e o Sex Pitols, mas dessa vez foi a vez da banda "!!!" (pronuncia-se "chk-chk-chk") que perde o segundo integrante de maneira trágica, o primeiro foi Mikel Gius que morreu atropelado enquanto andava de bicicleta, agora foi Jerry Fuchs que morreu caindo no poço de um elevador, o interessante que Fuchs entrou na banda para subistiruir Gius na bateria.
Agora a banda procura um novo baterista.
Alguém aí se prontifica?
Veja um clipe do !!!
Confesso que não é minha praia no Rock and Roll, mas é uma exelente dica pós finados.
Tenham todos uma exlente semana
Meus amigos leitores do Pensamentos Urbanos, hoje o dia parece ter nascido para esta postagem. Este dia mais que urbano, começa na cidade de São Paulo já com uma paralização de ônibus, porém, não foi os jornais que me alertaram sobre o fato, ao chegar no ponto de ônibus com minha filha no colo, notei que o trânsito (parando quase parado) estava um pouco acima do comum, o tempo também pareceu maior, até que chegou o ônibus tão cheio que dei preferência em levar a minha pequena a pé mesmo, já que não é assim tão longe o local onde ela passa o dia (agradeço de coração minha sogra e meu sogro pelo amor que dedicam a minha filha), no caminho recebi um telefônema do nosso amigo Ciêntista falando sobre a paralização desta classe trabalhista.
Cerca de 1.500 ônibus de 140 linhas que atendem a zona norte da capital paulista estão parados desde 4h desta quinta-feira (5) por conta de uma paralisação promovida pelo Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo (SindMotorista). A estimativa é de que 620 mil pessoas sejam afetadas, principalmente nos bairros de Santana, Tucuruvi, Freguesia do Ó, Vila Guilherme e Vila Maria.
Fonte: Uol Noticias (Clique Aqui)
* Meu querido bairro da Casa Verde também se inclue na noticia
Chegar ao centro da Zona Norte de São Paulo hoje foi uma luta de gladiador, uma vez que os poucos ônibus que circulavam estavam exessivamente cheios, lembrando epocas onde as pessoas iam penduradas nas portas (passado/presente). Felizmente hoje o calor estava tipicamente convidativo a uma praia, água de côco, pela manha alguns relógios de rua marcavam 29ºC para ajudar aquele pedação da cidade parado pelos carros, lógicamente todos estressados preocupados com a famosa questão: - Que horas chegarei no trabalho?
Deixei minha filha com meu sogro e o Ciêntista me esperando, uma vez que nós dois trabalhamos no centro e vamos de ônibus nós entramos no mesmo horario, porque não ir junto trocando idéias? Hoje ainda mais, a cidade esta em estado anarquico, então subimos 5 ou 6 pontos andando, para ter mais opções (mais linhas, ou alguma que não estivesse parada) e nisso um blue buzz (ônibus azul) aparece, provavelmente que faz alguma linha da Zona Sul e parecia uma miragem, completamente vazio, um pequeno cartaz escrito em letras garrafais " Sta Crus - Pça do Correio", Dar o sinal foi sem pensar muito, milagrosamente "*Buzão" vazio não podia passar em branco. (Buzão = Gíria paulistana para defini Ônibus).
O engraçado que dava para escolher lugar, tudo estava perfeito até que o motorista NÃO entrou na rua que devia, ou pelo menos nós achamos que ele havia errado o caminho, sabe motorista novo na linha, vai saber, então resolvi ver com o cobrador, que sem graça disse que não estava indo para o Centro, e sim para o Bairro, que decepção, tivemos que descer no outro ponto, seria bom demais conseguir um ônibus vazio pro centro nesta manha caótica. Foi subimos mais um ponto, cortando caminho por uma rua na qual um apressado de carro quase nos atropela.
Chegando no ponto onde já haviam algumas pessoas, não tinha sombra e o sol ardendo na Terra da Garoa,{ e vocês rindo da minha desgraça não é?}. Foi quando a sorte começou a mudar e não foi um vento mais gelado para aliviar o calor, um carro com uma moça dirigirndo parou no ponto e conversou com um grupo de 3 pessoas, um casal e um senhor mais velho, este senhor entrou no carro enquanto o casal agradecia, nisso (após o senhor fechar a porta) o carro de uma pequena Ré, e a moça começou a falar com uma garota loira que estava na sombra do ponto (que era pouquissíma) que também entrou no carro, a motorista perguntou alguém mais vai para o centro? Cabe mais dois... (Surpresos?)
Entramos no carro e pelo caminho a conversa não poderia ter sido mais agradavél, todos pegos de surpresa com a greve tentando chegar em nosso destino o centro da cidade, no caminho a motorista que chama-se Alzira nos contou que costuma pegar ônibus para ir ao trabalho (sim, no centro da cidade é melhor ir de transporte coletivo, sai mais barato) e que devido ao trânsito e não conseguir pegar um ônibus então voltou para casa e pegou o carro e resolveu perguntar se alguém queria carona.(Solidariedade existe)
Sabe gente, ainda existem pessoas boas são anjos em forma de gente, se escondem por aí e se mostram sempre nas horas certas, carona solidária é um risco imenso em uma cidade como a nossa, porém, é uma idéia exelente para o problema do trânsito, querendo ou não alí o anjo chamado Alzira ganhou com sua atitude pelo menos 4 amigos novos e pode ser que nunca mais nos encontremos, porém, essa é outra história.
O que mais me facinou em sí, é que tais atitudes faltam um pouco no mundo hoje, ou acontecem tão por acaso no meio da correria do dia-a-dia que nem damos conta, hoje a nossa mais nova amiga Alzira teve uma atitude exemplar, mostrou que se ajudarmos uns aos outros a vida se torna melhor, mesmo que sejam pequenos grandes atos, como em um dia tenso como hoje oferecer um simples sorriso, uma simples carona que despretenciosamente fez com que 5 pessoas hoje tenham um dia melhor.
Agradeço publicamente a ajuda oferecida por esta mulher, cidadã e um anjo vestido de gente Alzira, graças a ti hoje terei um dia melhor.
Meus amigos, obrigado por ler mais este texto, por que os lendo também farão meu dia melhor, espero que com ele e esta mensagem de cidadânia o seu dia também seja muito melhor.
Obs:
Oficina dos Sonhos
Referente a postagem do dia 03/11 ficou faltando o endereço da Oficina dos Sonhos, e aqui esta:
Rua Monsenhor de andrade 746 Brás Casa Restaura-me
Quintas e Sextas Feiras -
Branca de exposição na Feira da Praça do Correio Entre a estação de metrô São Bento e o terminal de ônibus Correio
Hoje orgulhosamente irei tocar em uma ferida aberta em nossa sociedade, como ja debatido antes aqui no Pensamentos Urbanos, Situação de moradia de rua.
Todos nós temos conceitos e preconceitos quando o assunto é moradores de rua, todos nós temos conciência da existencia do problema, mas na maioria das vezes fingimos que ele não existe, porém, hoje não falarei o lado negativo deste problema, não falarei das milhares de pessoas que todos os dias minguam a beira dessa nossa espansiva e exclusiva (no sentido de exclusão) sociedade, não falarei de ações pequenas que escondem rios de lavagem de dinheiro, muito menos falarei das promessas de solução pelo canditado X ou Y das eleições passadas.
Hoje irei contar uma novidade para todos vocês, falarei de uma iniciativa que me fascinou ao conheçer de perto, estou falando da Oficina dos Sonhos, uma iniciativa que visa reintegrar o cidadão sem residência em nossa sociedade, com atividades voltadas ao artesanato e resocialização vem transformando a vida dos que deste guerreiros que fazem parte deste grupo.
Expondo as quintas e sextas em uma singela barraca no vale do Anguangabaú, bem pertinho da estação São Bento do Metro encontramos em atos os sonhos de muitos moradores de rua, a oportunidade de se tornar util, ativo e novamente psicologicamente integrante ativo de nossa sociedade. A barraca encontrada entre o terminal de ônibus Praça do Correio e o mêtro São Bento é a primeira de muitas que virão, é um primeiro passo para estas pessoas, eu estive na barraca e conversei com o Rogério "Tartaruga" que me contou um pouco das transformações em sua vida após os projetos, sobre a vivência nas ruas e as dificuldades em conseguir vagas em albergues.
Dentre esta conversa triste e cheia de esperanças de um futuro melhor, surgiu a idéia de trazer a vocês amigos leitores do Pensamentos Urbanos a chançe de conheçer um pouquinho mais, as fotos que ilustram este post é da loja da oficina, mas trarei fotos da barraca ainda essa semana (prometo as fotos e uma entrevista com o Rogério, para todos nós conheçermos melhor esta figura).
A arte de sonhar é possivel a todos, não seria justo não deixar com que pessoas que não tem suas casas sejam privadas até disso, e sonhar é possivel! - Contou entusiasmado o rogério quando pedi para definir as idéias do projeto que ja tem 3 meses de vida e vem conquistando aos poucos os teus objetivos, trazer de volta os sonhos de uma vida digna e quem sabe até um lugar para morar, fazendo com que o dinheiro arrecadadoo com a venda dos artesanatos se torne o veiculo para isso.
Ao conheçer este projeto e seus sonhos e ideáis abraçei com corpo e alma, e, me auto-convidei para cobrir as novidades da Oficina, auxiliando na divulgação, seja pelo Pensamentos Urbanos, seja por outros blogs e redes sociais que faço parte (não passarei o link, mas quem quiser tenho Orkut, Facebook, Netlog,Twitter, se quiser add, deixa nos comentários) e com isso ajudar de alguma forma o projeto e convido a todos interessados, seja para comprar algum dos objetos produzidos por tantos talentos (ainda) anônimos ou para ajudar a divulgar a oficina e tenho sonho tão bonito.
Fica então o convite a todos que estiverem perambulando pelas quintas e sextas feiras para conheçer o nosso amigo Tartaruga (Rogério) e a Oficina dos Sonhos trazendo de esperanças e sonhos para aqueles que mais precisam.
Nas Ruas o maior inimigo é a falta de sonhos e esperanças, este inimigo para conseguir acabar com isso, seduz com drogas, bebidas e ilusões, nós por outro lado nos deixamos envolver até que todos os sonhos acabem e a esperança se torne apenas fome.
"Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. . Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. . Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil. . Diz o Alberto Caeiro que “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma”. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Aí a gente que não é cego abre os olhos. Diante de nós, fora da cabeça, nos campos e matas, estão as árvores e as flores. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora. O cego não vê porque as janelas dele estão fechadas. O que está fora não consegue entrar. A gente não é cego. As árvores e as flores entram. Mas – coitadinhas delas – entram e caem num mar de idéias. São misturadas nas palavras da filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não são as árvores e as flores. Para se ver é preciso que a cabeça esteja vazia. . Parafraseio o Alberto Caeiro: “Não é bastante ter ouvidos para se ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma”. Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor. No fundo somos todos iguais às duas mulheres do ônibus. Certo estava Lichtenberg – citado por Murilo Mendes: “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”. Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil da nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos… . Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos, estimulado pela revolução de 64. Pastor protestante (não “evangélico”), foi trabalhar num programa educacional da Igreja Presbiteriana USA, voltado para minorias. Contou-me de sua experiência com os índios. As reuniões são estranhas. Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, como se estivessem orando. Não rezando. Reza é falatório para não ouvir. Orando. Abrindo vazios de silêncio. Expulsando todas as idéias estranhas. Também para se tocar piano é preciso não ter filosofia nenhuma). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito. Pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que julgava essenciais. Sendo dele, os pensamentos não são meus. São-me estranhos. Comida que é preciso digerir. Digerir leva tempo. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se falo logo a seguir são duas as possibilidades. Primeira: “Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava eu pensava nas coisas que eu iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado”. Segunda: “Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou”. Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: “Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou”. E assim vai a reunião. . Há grupos religiosos cuja liturgia consiste de silêncio. Faz alguns anos passei uma semana num mosteiro na Suíça, Grand Champs. Eu e algumas outras pessoas ali estávamos para, juntos, escrever um livro. Era uma antiga fazenda. Velhas construções, não me esqueço da água no chafariz onde as pombas vinham beber. Havia uma disciplina de silêncio, não total, mas de uma fala mínima. O que me deu enorme prazer às refeições. Não tinha a obrigação de manter uma conversa com meus vizinhos de mesa. Podia comer pensando na comida. Também para comer é preciso não ter filosofia. Não ter obrigação de falar é uma felicidade. Mas logo fui informado de que parte da disciplina do mosteiro era participar da liturgia três vezes por dia: às 7 da manhã, ao meio-dia e às 6 da tarde. Estremeci de medo. Mas obedeci. O lugar sagrado era um velho celeiro, todo de madeira, teto muito alto. Escuro. Haviam aberto buracos na madeira, ali colocando vidros de várias cores. Era uma atmosfera de luz mortiça, iluminado por algumas velas sobre o altar, uma mesa simples com um ícone oriental de Cristo. Uns poucos bancos arranjados em U definiam um amplo espaço vazio, no centro, onde quem quisesse podia se assentar numa almofada, sobre um tapete. Cheguei alguns minutos antes da hora marcada. Era um grande silêncio. Muito frio, nuvens escuras cobriam o céu e corriam, levadas por um vento impetuoso que descia dos Alpes. A força do vento era tanta que o velho celeiro torcia e rangia, como se fosse um navio de madeira num mar agitado. O vento batia nas macieiras nuas do pomar e o barulho era como o de ondas que se quebram. Estranhei. Os suíços são sempre pontuais. A liturgia não começava. E ninguém tomava providências. Todos continuavam do mesmo jeito, sem nada fazer. Ninguém que se levantasse para dizer: Meus irmãos, vamos cantar o hino… Cinco minutos, dez, quinze. Só depois de vinte minutos é que eu, estúpido, percebi que tudo já se iniciara vinte minutos antes. As pessoas estavam lá para se alimentar de silêncio. E eu comecei a me alimentar de silêncio também. Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. . Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras. . E música, melodia que não havia e que quando ouvida nos faz chorar. . A música acontece no silêncio.
É preciso que todos os ruídos cessem. . No silêncio, abrem-se as portas de um mundo encantado que mora em nós – como no poema de Mallarmé, A catedral submersa, que Debussy musicou. . A alma é uma catedral submersa. . No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. . Somos todos olhos e ouvidos. . Me veio agora a idéia de que, talvez, essa seja a essência da experiência religiosa – quando ficamos mudos, sem fala. . Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar. . Para mim Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. . Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também. . Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto. .
Rubem Alves" Texto Publicado no Blog O que é que tem no sótão (http://sotao.wordpress.com/) em 11 de agosto de 2007.
Olá meus amigos, hoje especialmente irei indicar uma dica para o feriadão e para aqueles que curtem houvir som pesados e letras diretas, misturado com algumas doses de qualquer coisa alcólica, estou falando da banda de Punk Rock "Drunks" do litoral paulistano.
Segue a descrição que os caras mandaram pra gente:
DRUNKS é uma banda formada em santos, litoral de São Paulo, com intuito de levar o PunkRock até seus ouvidos, letras de extrema revolta e concientização, declarando assim o nosso eterno amor ao PUNKROCK e o nosso ódio a sociedade.
A banda teve inicio em Agosto de 2009, o significado do nome DRUNKS = BEBADOS.
Nosso objetivo é fazer um som seco e simples em que possamos falar o que queremos e o que sentimos, um jeito de nos expressarmos atraves de algo que gostamos de fazer, seja contra preconceitos, seja politica ou apenas uma conversa de bar.
Atualmente a banda tem sua primeira demo gravada, totalmente caseira pelo espirito do Faça Você Mesmo. Aonde encontrar a DEMO ? A DEMO esta a venda por apenas R$5,00 + preço do correio pelo email/msn da banda ou em shows com os integrantes.
Vale a pena dar uma conferida, uma vez que punk rock de verdade seja algo que curta escutar.
Dou destaque para a musica situação atual de minha autoria, sim, ja criei alguns punks rocks na vida e na mão desses meninos esta impecável com o que tinha em mente quando criei, e se trata de um protesto direto ao ensino brasileiro.
Agora quem estiver curtindo o feriado prolongado para os lados de Indaiatuba conheçam o show ao vivo dos caras no Plebe Bar que fica na rua Humaita, 930 os ingressos serão vendidos a R$ 3,00 (somente três reais) confira as bandas:
+ DRUNKS
+ ÓDIO SOCIAL
+ ALMONDEGAS PODRE
+ T.O.C 77
+ INGERINDO GLICERINA
Este show começa as 21:00 horas do dia 1/11 e dará entrada ao dia de finados com o bom e velho Punk Rock.
E para quem curte vale muito a pena!