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Cursos on line

9.9.09

Um mundo sem fronteiras


Pode até parecer um sonho, pode até parecer miragem, mas incrivelmente as fronteiras desse mundo são ilusões politicas, que separaram as nossas vidas, mas, tudo mudou com a chegada da internet.
Sabe meus amigos, imaginem um mundo sem internet, claramente o Pensamentos Urbanos seria apenas um fanzine tosco, que chegaria (se é que chegaria) as tuas mãos sendo uma cópia, da cópia e da cópia e seria apenas um instrumento básico, onde os Pensamentos seriam poucos, pois não contaria com seus comentários.
Mas um mundo sem internet não é tão utópico assim, tendo em vista que esta ferramenta só veio aparecer a pouco mais de 40 anos, e ao longo desde tempo, ela se modernizou, se democratizou e possibilitou que milhões e milhares de pessoas pudessem se comunicar, possibilitou também, e reforçou a utópica anarquista de um mundo sem fronteiras, onde pouco importa a nacionalidade, ou a cor da pele (imagine só um cara verde como eu falando com você pessoalmente). Além, de que, graças a esta ferramenta, hoje podemos conversar em tempo real com alguém do outro lado do mundo, por exemplo, ontem eu conversava com um amigo que esta na Autrália e ao mesmo tempo com uma amiga na Inglaterra. Conversa esta que seria possivel apenas através de cartas em um passado remoto, isto é, se por um acaso soube-se-mos escrever, mas é claro que se não fossem os três Brasileiros, ditos que tais escritos obviamente deveriam ser em Português, senão, esbarrariamos na lingua a ser usada.
Mas nem sempre nesta bola azul cheia de agua, já que existem teorias ciêntificas que o mundo pode ter sido sim, um mundo sem fronteiras, (não estou falando da TIM) já que a milênios atrás os continentes eram grudados em um Super aglomerado chamado Pangéia, era quase uma favela onde dinossáuros perambulavam livremente sem leis, sem hierarquia (não estou levando em conta a relação comida/predador) e pode se dizer que neste tempo, o pensamento anarquista idealizado por pessoas como Michael Bakunin, Prudon e outros de fato tenha existido.
Mas a Natureza em sí, resguardou fronteiras naturais, separando a Pangéia por mar e vulcões mega ativos, fez então das cicatrizes morada para novos seres e nesta constante evolução aparece o Homo Sappiens, o ser humano, que dotado de raciocinio e habilidade em manusear objetos em seu favor destacou-se na cadeia alimentar, fazendo-se presente e auterando o meio ambiênte a seu favor. A principío podemos dizer que as fronteiras foram limitadas naturalmente, e, graças a agricultura foram se aperfeiçoando, veio então a politica, que restringiu a desigualdade entre os iguais, igualando a todos como cidadões. Cada povo, que naturalmente, graças ao seu meio ambiênte, temperatura e até mesmo crença foi se diferênciando, chegando até a Era da Internet, substituindo as imensas arvores, por prédios, trocando o chão de terra por asfalto e sujando as aguás dos rios. Até que veio o tal aquecimento global, e com ele o temor da extinção (a nossa, já que a de milhares de animais, por anos nem davamos bola) e com isso a conciência ecológica. Hoje parecemos mais preocupados, com o meio ambiênte, com a qualidade de vida, com a previsão do tempo.
Esta semana aqui em São Paulo, como em alguns estados do sul do País, tivemos chuvas torrenciais, que causaram dandos a vidas e ao patrimônio das pessoas. São Paulo viu seus dois rios principais desaguarem no asfalto das Marginais, viu também, carros boiando e casas soterradas, vimos também, um prefeito que a pouco tempo atrás diminuiu o orçamento da limpeza pública e um governador que culpou somente a Natureza por tais maleficios (vamos processar essa natureza, além de prejuizos matériais ela ainda deixou um rastro de destriução por onde ela tocou).
E vamos nós sem fronteiras falar de um habito, porque sempre jogamos a culpa no outro? Não seria mais bonito Sr. Governador Serram dizer que a população e o poder Publico também tem culpa?
E digo onde cada qual tem sua culpa, a população, por cada papel de bala, cigarro, frascos de refrigerante, estofados, materiais de construção que jogamos diariamente nas ruas da capital e o Poder Publico, primeiro por não das infraestrutura para que mudemos tais habitos, faltam sim lixeiras na cidade e das poucas que tem alguns individuos da população fazem o favor de destruir, também, por não dar o valor para seus funcionários da limpeza urbana, já que eles limpam a cidade de todos, por nos desencorajar a cada dia, deixando este ar omisso perante ao próprio dever, que é zelar pela população (vide os acidentados, quantos terão para onde ir depois de verem suas casas serem engolidas pela terra, quando não são invadidas pela agua).
Viver sem fronteiras, somente na internet! Já que aqui podemos soltar estas feras, estes entalos na garganta, aqui meus caros amigos, onde logo o Poder Publico pretende fazer restrições, para que nós cidadões sem fronteiras, que digitam Pensamentos não façamos nossas campanhas, já que é de direito nosso poder gostar ou não de determinados candidatos, e eu como um blogueiro, me sinto preso, por uma fronteira, mesmo estando num campo sem fronteiras, já que fazer uma matéria ou critica a determinado candidato poderá ser excluida do meu leque de assuntos. Deixo entao a vocês mais uma pergunta, seria certo o que o senado quer aprovar? Ou nós iremos todos mostrar ao Senado Brasileiro que a internet é sim um mundo sem fronteiras?
Posted by Picasa


3 Comentários:

Shisuii disse...

Estou estudando sobre fronteiras... realmente, as coisas sem a net eram bem diferentes, mas tenho saudades dos zines...


Shisuii

Valéria de Oliveira disse...

A internet realmente facilita a nossa vida. Não me imagino sem e tampouco sem os blogs. Já imaginou que horror?

Bjok

Atila disse...

Shisuii, quando digo em fronteiras no texto, seriam todas elas, as que nos são impostas e aquelas que nós colcamos..rs
Eu curti muitos fanzines, e até ja criei alguns, hj prefiro os virtuais
Um abraço

Valéria meu anjo, já pensou não falar com os amigos que moram longe, só com email..quero dizer por cartas..hehehe.. um abraço menina

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