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1.2.09

Antes de dominar o mundo

O rosto demasiadamente magro de City estava escondido na noite de São Paulo, de modo que enquanto falava só conseguia ver o traços marcados de seu rosto:
- E então colocamos as bombas no magma terrestre...
- E daí o que? A gente explode o planeta?
- Não! Pensa... daí a gente entra em contato com o presidente dos Estados Unidos...
Mas essa era a segunda parte do plano para dominar o mundo. Pensei enquanto ele apagava a pontinha. A primeira era achar algum lugar vendendo cerveja barato. E assim fizemos, várias vezes.

Meses depois estávamos caminhando na Avenida Paulista, rumo à uma barraquinha de frutas que ficava um pouco depois da Consolação. Respirávamos fundo a poluição da grande metrópole numa noite de verão não mais poluída do que as outras noites em São Paulo. Estávamos em três, eu, o City, e o Cientista. Os três em terapia. Os três fodidos da cabeça, cada um em um novo começo.
Anônimo pelas ruas de São Paulo. Quem sabe a gente até já se cruzou por ai. Vai ver eu te pedi um isqueiro emprestado, ou talvez você seja meu vizinho, mas não sabe quem eu sou. Por que eu sou somente mais um rosto nesse mar de gente, vivendo minhas histórias anonimamente pela cidade de São Paulo.

Não dominamos o mundo... ainda.

3 Comentários:

Anônimo disse...

O mundo se esqueceu da nona sinfonia diriam incrédulos embriagados perambulando pela avenida paulista, eles andavam muito, pareciam dançar, faziam gestos longos, davam longas risadas, paravam em bancas de frutas, para misturar com a bebida, tomavam drogas controlas e faziam terapia para entender-se, eramos crianças insurgentes deliqüescentes, que brincavam com a noite como quem brinca de carrinho contavam vantagens, falando das mulheres que passam, viajam na desgraça do transito, falam até de sexo tântrico. Imagine querem dominar o mundo, eles tem o poder para isso? o mundo para alguns é apenas aquela realidade vivida? e quem disse que não conseguiram?
apenas nos sonhos das crianças insurgentes a delinqüência não se faz parecer demência e sim um grito de apelo para mostrar-te a urgência.

Anônimo disse...

"...brincavam com a noite como quem brinca de carrinho..."
Bricavam com a cidade como quem brinca com fogo. A cada noite um novo jogo. Lembrando sempre de onde vieram mas sem saber ao certo onde queriam chegar.

menteinquietaprocuraresposta disse...

Têm um selo especial no meu blog esperando você.

Beijos,

Questionadora

Obs:Atila tira essa letras contra spam pra facilitar nossa comunicação amigo.

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