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30.1.09

Caso Batisti

Ola só após ler a noticia publicada no dia 23 de janeiro de 2009 no Blog do Milton Jung da Radio CBN foi quando começei a procurar mais sobre o caso Batisti, e partir disto cheguei a conclusão de que o melhor é a extradição, então para que formulem uma opinião mais clara sobre o tema irei copiar o texto deixando claro que não é de minha autoria e sua cópia se faz fiel ao que li no blog do Milton Jung.

Caso Battisti: Carta aos Brasileiros

Sex, 23/01/09 por milton.jung | categoria Geral | tags , ,


A decisão do governo brasileiro de impedir a extradição de Cesare Battisti tem provocado uma série de reações na Itália e uma troca de cartas há muito não vista. Os escrivinhadores não poupam tinta para demonstrar a indignação italiana com as justificativas do ministro da Justiça Tarso Genro. Mensagens já foram enviadas ao presidente Lula e ao Congresso Nacional.

Nesta sexta-feira 23, conversei com o presidente do Instituto Brasileiro Giovan

ni Falconi Walter Maierovitch que tem acompanhado esta perrenha e, como poucos, tem conhecimento do processo que levou à condenação de Battisti, na Itália. Maierovitch acabara de escrever texto sobre o tema no qual incluio a “Carta aos brasileiros”, escrita pelo magistrado Armando Spataro.

Publico aqui trecho do texto de Maierovitch com alguns comentários seus no qual destaca mais esta missiva gerada pelo entendimento de Tarso Genro de que Cesare Battisti é um perseguido político e não assassinado, como entendeu a corte italiana:

“No Brasil, o assassinato ao bom Direito e as distorções dos fatos levaram o magistrado Armando Spataro, responsável pela Coordenação do Departamento de Repressão ao Terrorismo, enviar uma nota aos cidadãos brasileiros, que passo a reproduzir (tradução livre) e a endosso:–1. “É difícil para os italianos, efetivamente, compreender como a um tal assassino desse quilate (Cesare Battisti) possa-se conceder abrigo político. É oportuno partir dos fatos para desmentir argumentos frequentemente utilizados por Battisti e pelos seus “amigos”.–2. “Battisti não é um extremista (revolucionário) perseguido na

Itália pelas suas idéias políticas. Ele é um criminoso comum que cometia roubos para o fim de obter lucro pessoal.Battisti se politizou no cárcere. Assim, ingressou numa organização terrorista que cometeu crimes de assassinatos e lesões corporais

Battisti foi preso em junho de 1979, junto com vários cúmplices, numa célula terrorista de Milão, onde foram apreendidas metralhadoras, pistolas, fuzis e documentos falsos”.

–3. “Battisti foi condenado à prisão perpétua ( Nota do blog: o prazo de cumpr

imento da pena na Itália, como no Brasil, não pode ultrapassar 30 anos) “ por crimes graves, entre eles quatro homicídios.

Em dois dos homicídios ( do cabo Antonio Santoro em Udine, 6/6/1978 e do policial Andréa Campagna (Milão, em 19/4/ 1979), Battisti disparou contra as vítimas (executor matreial dos crimes).

No terceiro homicídio (Lino Sabbadin, açougueiro, morto na cidade de Mest

re, em 16/2/1979) teve o papel de ficar vigiando e dando cobertura, em auxílio dos executores materiais.

O quarto assasssinato, de Pierluigi Torregiani, joalheiro em Milão e consumado em 16/2/1979, Battisti participou da decisão de matá-lo e foi o organizador da expedição assassina.

Gostaria de solicitar e saber do ministro brasileiro da Justiça quais motivações políticas ele vê nos homicídios de um joalheiro e de um açougueiro, ambos “justiçados” por terem reagido (reagiram ao assalto que eles tinham sofrido). Também perguntar ao mesmo com relação ao policial e ao cabo (Nota do blog: cabo carabineiro = a membro da nossa policia militar).

–4. Não é verdade que Battisti tenha sido condenado apenas por acusações do colaborador de Justiça (arrependido) Pietro Mutti.

Afirmar isso significa ofender a seriedade da Justiça italiana.

As confissões de Mutti, efetivamente, foram confirmadas por muitas testemunhas e pela prova emprestada (Nota do blog: dadas em processos outros), diante de sucessivas colaborações e relatos de diversos terroristas.

A verdade, frise-se, está escrita nas sentenças, que estão à disposição de qualquer pessoa que tenha a paciência de ler e cujos argumentos para condenar estão firmados em alicerces graníticos.

–5. Não é verdade que para Battisti tenha sido negada a possibilidade de se defender, enquanto esteve ausente (fuga) durante o curso dos processos.

O certo é que Battisti não quis enfrentar a Justiça, fugindo, em 1981, do cárcere onde estava preso.

Não foi por mero acaso que a Corte Européia de Direitos Humanos de Estrasburgo (França) rejeitou o recurso de Battisti que reclamava em razão da extradição concedida pela França. Entendeu-se “manifestamente infundado” o recurso e

afirmou a Corte que, em todos os processos, Battisti esteve sempre assistido pelos seus advogados de confiança.

Será que também a Corte de Estrasburgo perseguiu Battisti ?

–6. É falso afirmar que a Itália e o seu sistema judiciário não estavam em condições de garantir direitos às pessoas acusadas de terrorismo no que se convencionou chamar de “anos de chumbo”. É uma afirmação que nos ofende (magistrados).

Foram tantos os juízes, advogados,homens de instituições e policiais, que foram covardemente assassinados por pessoas como Battisti apenas porque aplicavam a lei.

A Itália não criou Tribunal de exceção e nem militar, nem trilhou caminhos

antidemocráticos na luta contra o terrorismo.

Sobre o acontecido naqueles anos, recordou o nosso presidente da República, Sandro Pertini (partido socialista), que a Itália podia honrar-se de ter brecado o terrorismo nas salas de audiências da Justiça, com respeito à lei e à Constitição, numa alusão feita aos métodos legais em vigor (. . .)

–7. Não creio que o refúgio político conferido a Battisti tenha sido imaginado pelos “elaboradores das nossas democracias” para garantir impunidade às pessoa

s como Battisti, que foi um dos assassinos mais impiedosos e determido que o terrorismo italiano conheceu (. . .)

–8. Autoridades brasileiras devem repensar a decisão.

Não porque a Justiça queira vingança, mas porque ela é a sede de afirmação das regras do Estado de Direito: e quem a viola, –ainda mais quando uma pessoa mata o seu semelhante–, deve pagar. Sem isso as democracias se desmentem a si próprias.”

ARMANDO SPATARO,

Magistrado da coordenação do Departamento Antiterrorismo.”

Leia mais no site do IBGF

Outra participação importante foi Cris do Noticias Da Bota, que além de publicar bastante sobre o caso, ainda disponibilizou as imagens dos jornais da epoca:

3 Comentários:

Pelirroja disse...

Oii, Atila! Tô muito sumida da net, mas acabei de ver seu comentário... Não tem nenhum amigo para aprovar no orkut, vc adicionou eu mesmo? Haha.

Depois eu vou ler com calma sobre p caso Batisti... Vou postar no Abóboras! Dps volto aqui!

;*

Atreyu disse...

Eu não entendo pq o Battisti ta no Brasil
Mas essa história está longe de acabar...
Blog maneiro =D

Nacir Sales disse...

Pelo que percebo existe uma espécie de autorização para matar. Matar por política parece ser um ato benzido, desde que o assassino balance a mesma bandeira pela qual seu coração balança. Não seria o caso de também darmos proteção aos que matam por amor, por ambição, por vingança, por ódio ou por qualquer motivo? Ou o motivo político é poderoso o suficiente a ponto de sublimar o assassinato? Li a opinião de todos, menos do que levou o tiro, ou dos que levaram os tiros. O que será que eles pensam? Ah!... é verdade, a eles não foi dado o direito de pensar porque alguém julgou e os condenou como facistas. Autoritário quem aperta o gatinho, não? Uma divindade plainando sobre a vida e a morte.

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