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11.12.08

Como Raul já me dizia pra eu sair sem me molhar. part. 2



Os Susto”s da Bienal, ainda nos põe a refletir no que é arte.

Como foi escrito no post “Como Raul já me dizia pra eu sair sem me molhar” Houve uma invasão de pichadores na bienal em 26 de Outubro e uma garota foi presa, e, é mantida em cárcere a mais de 40 dias, vários artistas reivindicavam uma intervenção por parte da bienal para libertar a moça.

A pressão foi tão grande que enfim, a bienal cedeu e não somente a bienal o ministro da cultura, pediu a intervenção do nosso governador José “Cuervo” Serra, que alegou que apesar de não ser favorável ao ato e não simpatizar com pichações, fará o possível para que a menina tenha assistência jurídica.

Agora pra falar um pouco mais da Gauchinha Caroline Piveta ela confessa gostar de um Som Oi e de Reagge, provavelmente curte Ska e punk rock.

Esta complicada na justiça pela pichação o que declara aos quatro ventos ser sua maior paixão e hobbie, esta em Sampa, de veras para pichar apesar de fazer artesanato (onde provavelmente é de onde se sustenta) não tem uma residência fixa, e já trabalhou em telemarketing, cursou até o primeiro colegial, e já tentou se suicidar, faz parte de um gang no qual é a única mulher.




Retirei algumas frases de alguns depoimentos dela à folha e ai vão eles:

“Tanto grafite, quanto picho são underground, coisa do fundão. Não são feitos para exposição em galeria. A parada que eu faço é na rua, é para o povo olhar e não gostar. Uma agressão visual”

“A gente não queria estragar as obras deles*, mesmo porque não tinha obra. A obra, ali, nós que íamos fazer” – (* da bienal)

“Estava me manifestando contra os desfavorecidos, os que não tem acesso àquela coisa toda”

“Claro que eu não precisava me expor dessa forma. Fui lá pela manifestação, para acompanhar os meninos, não pelo Susto"s. Se tivesse me privado daquilo, estaria hoje na rua fazendo o que gosto, que é pichar.”




Agora é com vocês, o que acham sobre o assunto, o que deveríamos tirar de proveito dessa história. Vou reforçar que pessoalmente não gosto de pichação, porém, já pichei alguns muros, mas criei com minha vida uma consciência de que é errado destruir o patrimônio alheio, acho que a conquista da liberdade consiste em conquistar patrimônios que nos dão uma sensação de segurança, que nos da a alegria de contemplar quando esta belo, e a pichação como diz a Caroline é uma agressão visual, e feita para que não se goste, imagine o dono do muro pichado, ele é o que menos irá gostar!

Mas sou a favor de expressões artísticas, todas elas, mesmo as que são feitas com a intenção de chocar, intrigar e nos fazer questionar padrões e valores, a arte é isso, a evolução e a expressão mesclada, revolucionando nossas sensações, algumas pro belo, outras para o feio, algumas para o reflexivo.

Portanto, se for uma expressão artística, deixar as marcas num muro branco dentro de um local feito para servir a arte eu concordo. A manifestação é valida se é feita da maneira certa, então por este ponto de vista sou a favor.

Agora, se for pra sair pichando casas, prédios, muros deixando a cidade cada vez mais com ar de sujo, eu discordo, sou um apaixonado por São Paulo, amo a arquitetura, o movimento da cidade, amo as imagens que vejo andando por ai, as expressões das pessoas, eu acho realmente linda a cidade, agora em questão de pichação. Sou 100% a favor do grafite, mesmo aqueles que são apenas letras, mas é voltado para um lado que acho legal.

Comentem!

2 Comentários:

intelectoariano disse...

seguinte... acho q tudo nasce de uma forma patriota e bonita e dpz vandalisa, um protesto é bom, sem eles a gente nao evolui, nao coloca nossas ideias, mas vc protestar a arte destruindo um patrimonio artistico é burrice e perde a logica...

Atila City disse...

O que defendo é que o patrimônio artistico era um espaço convidativo a expressão, aquele espaço em cada exposição é pintado e recebe uma nova propósta, e se eles consideram arte os rabiscos, seria aquelas paredes o lugar certo, mas a forma como foi feita que deixou a desejar, a picação na rua sou completamente contra, mas eles não estragaram nenhuma obra de arte, apenas deixaram a marca num andar vazio que recebeu o nome de arte viva..refletir sobre seria bom!

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